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 Máquina de Guerra é o novo sucesso da Netflix

A Netflix é conhecida por ter um catálogo vasto de produções que vão desde lançamentos independentes até grandes blockbusters estrelados por estrelas do cinema. Para o fim de semana do dia da mulher, a empresa lançou uma aposta peculiar: Máquina de Guerra, que pode ser considerado um dos filmes mais heterossexuais já produzidos pela empresa.

Embora filmes não possuam sexualidade, o longa pode agradar a todos os públicos. Ainda assim, a produção pressiona algumas teclas que provavelmente vão agradar especialmente ao público masculino — e digo isso por experiência própria.Dirigido por Patrick Hughes, responsável por Mercenários, o filme coloca Alan Ritchson, o ator do tamanho de um armário conhecido por Reacher, interpretar um militar que luta contra um robô gigante alienígena.

QUAL É A HISTÓRIA DE MÁQUINA DE GUERRA?

Na trama, nosso astro interpreta o Número 81, um soldado que recebe esse título ao ingressar em um programa das Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos. Sua última missão se transforma em um pesadelo. Os soldados se deparam com uma ameaça desconhecida: uma força de origem não humana que ameaça a existência na Terra

Dirigido por Patrick Hughes, o elenco conta com nomes como Dennis Quaid, Stephan James, Jai Courtney, Esai Morales, Blake Richardson, Keiynan Lonsdale e Daniel Webber.

Vale a pena?

No fim das contas, Máquina de Guerra acaba sendo um palco para mostrar o ator Alan Ritchson em mais um papel como brutamontes, seguindo a linha de Reacher. E, se você já conhece o trabalho do ator, vai ficar satisfeito com a atuação entregue e a narrativa desenvolvida durante a trama.

No entanto, mesmo se você fizer parte do público-alvo, prepare-se para alguns momentos que “forçam a barra”. Isso porque o filme usa algumas liberdades criativas para tornar o protagonista ainda mais heroico do que já parece. Como resultado, surgem cenas que, em certos momentos, chegam a ser praticamente inacreditáveis.

Infelizmente, os criadores não aplicam esse mesmo espírito de liberdade criativa à criatura que ameaça a humanidade. O monstro é basicamente um grande tanque de guerra, perdendo a chance de entrar para o panteão de criaturas que marcaram a cultura pop, como o Exterminador do Futuro, o Predador e o Xenomorfo.